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A EUROPA AOS NOSSOS PÉS! F.C. PORTO CAMPEÃO EUROPEU 2003/2004
quinta-feira, agosto 19, 2004
Vitor Fernandez
Victor Fernandez esteve hoje presente na conferência de imprensa que se realizou no Centro de Treinos e Formação Desportiva PortoGaia, após aquele que foi o único treino do dia. O técnico espanhol, apesar das inúmeras ausências e de estar apenas há uma semana à frente dos Dragões, acredita num F.C. Porto favorito e bem preparado na final da Supertaça Cândido Oliveira, que será disputada na próxima sexta-feira frente ao Benfica. Uma equipa sempre protagonista e que procure incessantemente a baliza adversário é o que pretende o treinador da formação azul e branca. Quanto à forma como a equipa trabalha, foi peremptório ao afirmar que jamais havia encontrado uma equipa assim.
FCP: Esta final da Supertaça está a ser difícil de preparar?
Victor Fernandez: É complicado pelo número de indisponíveis e também pela alteração nos métodos de trabalho a que os jogadores se sujeitaram. O corpo também precisa de habituar-se. Acredito que a equipa vai deixar uma excelente imagem nesta final.
FCP: Esta semana de trabalho foi suficiente para uma boa preparação?
VF: Preferia que as circunstâncias fossem outras, porque o F.C. Porto vai apresentar-se com muitas ausências, mas isso não é desculpa. Seria decepcionante não vencer. Não podemos lamentar as baixas, porque os sete dias que tivemos de trabalho foram suficientes. Posso dizer que o F.C. Porto que vai defrontar o Benfica vai ser muito semelhante àquele que pretendo ver no futuro. O trabalho que realizámos levará a equipa a estar em bom nível.
FCP: Já tem ideia do onze que vai apresentar contra o Benfica?
VF: Depende do central que vou utilizar do lado esquerdo e do estado físico de McCarthy e Seitaridis. Espero poder contar com o Postiga nesse encontro.
FCP: Já visionou algum jogo do Benfica?
VF: Já vi os encontros com o Bétis e Real Madrid e esta quarta-feira vou ver mais alguns resumos. Mas tenho conhecimento da forma como actua o Benfica.
FCP: O F.C. Porto é favorito?
VF: Sempre. O Benfica vai jogar com todos, mas apesar das circunstâncias e das ausências, o Porto é o campeão e é o favorito.
FCP: Como descreve esta primeira semana à frente do clube?
VF: Descrevo como uma fase de conhecimento mútuo assente em alguns aspectos essenciais. Primeiro, temos que defender a mesma ideia de futebol, um ideal que creio que é partilhado por mim e pelo F.C. Porto. Segundo, fazer com que os jogadores acreditem que este método de trabalho é o melhor para eles e para a equipa. Nestes dias tivemos oportunidade de aperfeiçoar o trabalho defensivo e a pouco e pouco incidimos a nossa atenção sobre o trabalho ofensivo. Por último, reafirmámos as normas de comportamento, o que foi bastante fácil pois este é um clube com rigor e disciplina. Um jogador quando entra aqui já sabe que tem de trabalhar.
FCP: Este já é um F.C. Porto de Fernandez?
VF: Gostaria. Quero uma equipa protagonista em campo, que procure ter a bola e que tenha como objectivo a baliza do adversário. Queremos incorporar um estilo mais decidido a enfrentar a baliza.
FCP: Que ilações retirou do encontro com o Boavista?
VF: Foi um jogo que me serviu bastante. O F.C. Porto mostrou que tem carácter e jogadores com personalidade, pois nunca evitaram o contacto. Mas espero não ter mais partidas deste género, a lesão do Derlei podia ter sido evitada, ainda por cima por estarmos a disputar um amigável.
FCP: Como descreve a evolução dos sectores da equipa?
VF: Estamos fortes na defesa, o trabalho colectivo a nível defensivo está mecanizado. Falta-nos apenas mais frescura para que surja uma maior harmonia e para que o nosso jogo seja mais rápido. Com certeza iremos ter uma forte técnica a nível colectivo.
FCP: A equipa está a trabalhar bem? Esta tarde não há treino...
VF: Não há porque quero os jogadores com a mente limpa e esta semana receberam e adquiriram muita informação. É admirável a forma como trabalham, jamais encontrei uma equipa assim.
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FCP: Esta final da Supertaça está a ser difícil de preparar?
Victor Fernandez: É complicado pelo número de indisponíveis e também pela alteração nos métodos de trabalho a que os jogadores se sujeitaram. O corpo também precisa de habituar-se. Acredito que a equipa vai deixar uma excelente imagem nesta final.
FCP: Esta semana de trabalho foi suficiente para uma boa preparação?
VF: Preferia que as circunstâncias fossem outras, porque o F.C. Porto vai apresentar-se com muitas ausências, mas isso não é desculpa. Seria decepcionante não vencer. Não podemos lamentar as baixas, porque os sete dias que tivemos de trabalho foram suficientes. Posso dizer que o F.C. Porto que vai defrontar o Benfica vai ser muito semelhante àquele que pretendo ver no futuro. O trabalho que realizámos levará a equipa a estar em bom nível.
FCP: Já tem ideia do onze que vai apresentar contra o Benfica?
VF: Depende do central que vou utilizar do lado esquerdo e do estado físico de McCarthy e Seitaridis. Espero poder contar com o Postiga nesse encontro.
FCP: Já visionou algum jogo do Benfica?
VF: Já vi os encontros com o Bétis e Real Madrid e esta quarta-feira vou ver mais alguns resumos. Mas tenho conhecimento da forma como actua o Benfica.
FCP: O F.C. Porto é favorito?
VF: Sempre. O Benfica vai jogar com todos, mas apesar das circunstâncias e das ausências, o Porto é o campeão e é o favorito.
FCP: Como descreve esta primeira semana à frente do clube?
VF: Descrevo como uma fase de conhecimento mútuo assente em alguns aspectos essenciais. Primeiro, temos que defender a mesma ideia de futebol, um ideal que creio que é partilhado por mim e pelo F.C. Porto. Segundo, fazer com que os jogadores acreditem que este método de trabalho é o melhor para eles e para a equipa. Nestes dias tivemos oportunidade de aperfeiçoar o trabalho defensivo e a pouco e pouco incidimos a nossa atenção sobre o trabalho ofensivo. Por último, reafirmámos as normas de comportamento, o que foi bastante fácil pois este é um clube com rigor e disciplina. Um jogador quando entra aqui já sabe que tem de trabalhar.
FCP: Este já é um F.C. Porto de Fernandez?
VF: Gostaria. Quero uma equipa protagonista em campo, que procure ter a bola e que tenha como objectivo a baliza do adversário. Queremos incorporar um estilo mais decidido a enfrentar a baliza.
FCP: Que ilações retirou do encontro com o Boavista?
VF: Foi um jogo que me serviu bastante. O F.C. Porto mostrou que tem carácter e jogadores com personalidade, pois nunca evitaram o contacto. Mas espero não ter mais partidas deste género, a lesão do Derlei podia ter sido evitada, ainda por cima por estarmos a disputar um amigável.
FCP: Como descreve a evolução dos sectores da equipa?
VF: Estamos fortes na defesa, o trabalho colectivo a nível defensivo está mecanizado. Falta-nos apenas mais frescura para que surja uma maior harmonia e para que o nosso jogo seja mais rápido. Com certeza iremos ter uma forte técnica a nível colectivo.
FCP: A equipa está a trabalhar bem? Esta tarde não há treino...
VF: Não há porque quero os jogadores com a mente limpa e esta semana receberam e adquiriram muita informação. É admirável a forma como trabalham, jamais encontrei uma equipa assim.