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A EUROPA AOS NOSSOS PÉS! F.C. PORTO CAMPEÃO EUROPEU 2003/2004
quinta-feira, junho 03, 2004
Por Luís Sobral
A história da saída de José Mourinho do F.C. Porto ainda está por contar
e provavelmente muitos aspectos nunca serão conhecidos na sua verdadeira
profundidade. Porque não interessam a muita gente.
Mas, pelo menos para já, os dirigentes do F.C. Porto tiveram a atitude
mais inteligente: aceitaram o inevitável e procuraram tirar o melhor
partido de uma situação à partida indesejável, a partida do treinador
que devolveu o clube à fama mundial.
Aceitaram alguns milhões de euros do Chelsea, estreitaram relações com
um poderoso parceiro europeu, o mais rico do momento, e deixaram as
portas abertas para os negócios que ainda estão para vir. Provavelmente
foi a melhor forma possível de começar a construir a época 2004/05.
Os responsáveis portistas sabem que o clube vive um momento histórico.
Não só por ter vencido a Liga dos Campeões, mas sobretudo por estar em
condições de garantir que esta surpreendente dimensão europeia não
desaparecerá num instante.
Com o dinheiro recebido, basta ao F.C. Porto ser inteligente na gestão
do plantel para garantir dois aspectos fundamentais: o equilíbrio das
contas, o que nenhum rival português está perto de conseguir, e a
manutenção de um grupo forte que permita aos azuis-e-brancos manter o
nome em alta em Portugal e na Europa.
Para isso é preciso deixar sair alguns jogadores, encaixar verbas que
nunca mais serão oferecidas e comprar com critério. Depois, claro, é
urgente fazer o mais difícil: acertar outra vez no treinador.
Seja como for, uma saída digna de Mourinho seria sempre a forma mais
inteligente de começar a curar a ferida. Aparentemente, o bom senso
imperou no Dragão. É mais uma vitória importante.
(Luís Sobral)
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e provavelmente muitos aspectos nunca serão conhecidos na sua verdadeira
profundidade. Porque não interessam a muita gente.
Mas, pelo menos para já, os dirigentes do F.C. Porto tiveram a atitude
mais inteligente: aceitaram o inevitável e procuraram tirar o melhor
partido de uma situação à partida indesejável, a partida do treinador
que devolveu o clube à fama mundial.
Aceitaram alguns milhões de euros do Chelsea, estreitaram relações com
um poderoso parceiro europeu, o mais rico do momento, e deixaram as
portas abertas para os negócios que ainda estão para vir. Provavelmente
foi a melhor forma possível de começar a construir a época 2004/05.
Os responsáveis portistas sabem que o clube vive um momento histórico.
Não só por ter vencido a Liga dos Campeões, mas sobretudo por estar em
condições de garantir que esta surpreendente dimensão europeia não
desaparecerá num instante.
Com o dinheiro recebido, basta ao F.C. Porto ser inteligente na gestão
do plantel para garantir dois aspectos fundamentais: o equilíbrio das
contas, o que nenhum rival português está perto de conseguir, e a
manutenção de um grupo forte que permita aos azuis-e-brancos manter o
nome em alta em Portugal e na Europa.
Para isso é preciso deixar sair alguns jogadores, encaixar verbas que
nunca mais serão oferecidas e comprar com critério. Depois, claro, é
urgente fazer o mais difícil: acertar outra vez no treinador.
Seja como for, uma saída digna de Mourinho seria sempre a forma mais
inteligente de começar a curar a ferida. Aparentemente, o bom senso
imperou no Dragão. É mais uma vitória importante.
(Luís Sobral)