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A EUROPA AOS NOSSOS PÉS! F.C. PORTO CAMPEÃO EUROPEU 2003/2004
quarta-feira, maio 12, 2004
Por Joaquim Borges Gouveia (prof.universitário)
Esta será a última crónica desta época e mais feliz não podia estar, tal o elevado número de vitórias e a proximidade de acabar a ano futebolístico com mais vitórias ainda. Todos o desejamos. Vencer mais estas duas finais. Temos de ser aquela máquina...
Regressando aos dragões, e fazendo um balanço da época, não é possível deixar de prestar homenagem ao Carlos Secretário por tudo aquilo que fez como jogador, sem esquecer o seu apogeu com a passagem pelo Real de Madrid e pela selecção. Aquela máquina...
Continuando nesta turma de jogadores que atingiram uma prefeição incrível e começando pelo Ricardo Carvalho, que fez um campeonato fenomenal e a sua chamada à selecção só por má vontade poderá não acontecer. Que época fez, praticamente sem um erro nas muitas jornadas efectuadas. E que dizer de um Derlei, o homem dos golos decisivos...
Foram aquelas máquinas...
Também Maniche demonstrou a sua classe, tornando-se num jogador imprescindível, a verdadeira máquina da equipa, capaz de a tornar tão rápida quanto o seu bólide quando voa a álcool.
Verdadeiramente aquela máquina...
E Paulo Ferreira, que faz o lugar de um defesa como se de um avançado ou mesmo um mágico médio se tratasse. Foi uma confirmação novamente esta época. Reduziu a cinzas os adversários mais difíceis e conseguiu jogar um futebol simples e eficaz.
Mais uma vez aquela máquina...
O nosso mágico fez uma época aos altos e baixos, sem grande alegria e logo a seguir apaixonado mais uma vez pelo jogo e pelo clube, brilhando a grande altura em jogos decisivos.
Deco, aquela máquina...
Olá Costinha... Aquele jogador que sempre que o desafio é dos mais difíceis, aparece e acaba por ser sempre determinante, jogando o tempo todo com a mesma concentração. Foi sempre um jogador decisivo, competitivo e que lê o jogo como poucos.
Foi sempre aquela máquina...
Dos outros que não deixaram de ser fundamentais para a grande época dos dragões, merece destaque especial o Vítor Baía. Ele representa o colectivo do F.C. Porto.
Realmente aquela máquina...
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Regressando aos dragões, e fazendo um balanço da época, não é possível deixar de prestar homenagem ao Carlos Secretário por tudo aquilo que fez como jogador, sem esquecer o seu apogeu com a passagem pelo Real de Madrid e pela selecção. Aquela máquina...
Continuando nesta turma de jogadores que atingiram uma prefeição incrível e começando pelo Ricardo Carvalho, que fez um campeonato fenomenal e a sua chamada à selecção só por má vontade poderá não acontecer. Que época fez, praticamente sem um erro nas muitas jornadas efectuadas. E que dizer de um Derlei, o homem dos golos decisivos...
Foram aquelas máquinas...
Também Maniche demonstrou a sua classe, tornando-se num jogador imprescindível, a verdadeira máquina da equipa, capaz de a tornar tão rápida quanto o seu bólide quando voa a álcool.
Verdadeiramente aquela máquina...
E Paulo Ferreira, que faz o lugar de um defesa como se de um avançado ou mesmo um mágico médio se tratasse. Foi uma confirmação novamente esta época. Reduziu a cinzas os adversários mais difíceis e conseguiu jogar um futebol simples e eficaz.
Mais uma vez aquela máquina...
O nosso mágico fez uma época aos altos e baixos, sem grande alegria e logo a seguir apaixonado mais uma vez pelo jogo e pelo clube, brilhando a grande altura em jogos decisivos.
Deco, aquela máquina...
Olá Costinha... Aquele jogador que sempre que o desafio é dos mais difíceis, aparece e acaba por ser sempre determinante, jogando o tempo todo com a mesma concentração. Foi sempre um jogador decisivo, competitivo e que lê o jogo como poucos.
Foi sempre aquela máquina...
Dos outros que não deixaram de ser fundamentais para a grande época dos dragões, merece destaque especial o Vítor Baía. Ele representa o colectivo do F.C. Porto.
Realmente aquela máquina...