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A EUROPA AOS NOSSOS PÉS! F.C. PORTO CAMPEÃO EUROPEU 2003/2004
quinta-feira, abril 22, 2004
Tudo em aberto... para o Arena AufSchallke
Corunha é aqui mesmo ao lado, e continua a ter vista para o Arena AufSchallke, em Gelsenkirchen, na Alemanha.
Não foi um bom jogo de futebol, mas estamos a falar de uma meia-final da Liga dos Campeões, onde muita coisa está em jogo, uma oportunidade, um dia na história e muitos muitos milhões de euros. Como tal todo o tipo de jogo, estratégia, é permitida e aceitavél. O Deportivo da Corunha apresentou-se com a lição bem estudada, previlegiando de forma bastante visível o anti-jogo, a tentativa e só de controlo do meio campo, fê-lo com rigor e améstria. O F.C. Porto, perante tal situação, à qual não se adapta muita bem, sentiu desde logo grandes dificuldades perante o sistema imposto pelo Depor. Faltou um pouco mais de risco, de fulgor ofensivo e o retirar dos ombros um bocadinho do peso exercido nos jogadores pelo facto, real, de se tratar realmente de uma meia-final europeia, mais propriamente da Liga Milionária.
Há certamente os factores e condicionantes do jogo propriamente dito, mas, esses fazem parte integrante do mesmo, como tal, e importante, é que estamos no intervalo. E estamos bem, vamos começar um novo jogo que não deixa de ser uma segunda parte mas com visões distintas.
Ora vejamos:
O Corunha jogo em sua casa; é verdade que é a casa das reviravoltas e não menos verdade que o F.C. Porto ainda não perdeu fora para a Liga dos Campeões, preocupação acrescida para ambos os lados.
É verdade que o Corunha irá ter uma grande moldura humana de apoio, mas também sabe que o F.C. Porto já passeou por campos terríveis por essa Europa fora com exito total, dá que pensar pelo menos.
O Corunha jogou no Dragão, de forma compactada, aliada a um anti-jogo constante, agora vão ter que jogar um pouco de futebol, de alargar no terreno, e ai o F.C. Porto possue as armas que todos sabem, mestria e frieza quanto baste para colocar os espanhois em sentido.
O Corunha sabe que um único golo basta para seguir em frente, mas tem em mente que um golo portista vale a dobrar, quase ouro e que o F.C. Porto marcou sempre fora.
O Corunha pode efectuar a mesma estratégia e rezar por um golpe de génio, sorte ou algo mais, talvez deixar para os pénaltis, coisa que não estou a ver o F.C. Porto fazer de forma alguma, José Mourinho é ambicioso demais para ficar sentado à espera de um milagre, com José Mourinho é olhos nos olhos.
Amigos, estamos no intervalo, nada mais. Venha a segunda parte, venha lá esse jogo, que mais do que nós, são os jogadores que o querem o quanto antes.
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Não foi um bom jogo de futebol, mas estamos a falar de uma meia-final da Liga dos Campeões, onde muita coisa está em jogo, uma oportunidade, um dia na história e muitos muitos milhões de euros. Como tal todo o tipo de jogo, estratégia, é permitida e aceitavél. O Deportivo da Corunha apresentou-se com a lição bem estudada, previlegiando de forma bastante visível o anti-jogo, a tentativa e só de controlo do meio campo, fê-lo com rigor e améstria. O F.C. Porto, perante tal situação, à qual não se adapta muita bem, sentiu desde logo grandes dificuldades perante o sistema imposto pelo Depor. Faltou um pouco mais de risco, de fulgor ofensivo e o retirar dos ombros um bocadinho do peso exercido nos jogadores pelo facto, real, de se tratar realmente de uma meia-final europeia, mais propriamente da Liga Milionária.
Há certamente os factores e condicionantes do jogo propriamente dito, mas, esses fazem parte integrante do mesmo, como tal, e importante, é que estamos no intervalo. E estamos bem, vamos começar um novo jogo que não deixa de ser uma segunda parte mas com visões distintas.
Ora vejamos:
O Corunha jogo em sua casa; é verdade que é a casa das reviravoltas e não menos verdade que o F.C. Porto ainda não perdeu fora para a Liga dos Campeões, preocupação acrescida para ambos os lados.
É verdade que o Corunha irá ter uma grande moldura humana de apoio, mas também sabe que o F.C. Porto já passeou por campos terríveis por essa Europa fora com exito total, dá que pensar pelo menos.
O Corunha jogou no Dragão, de forma compactada, aliada a um anti-jogo constante, agora vão ter que jogar um pouco de futebol, de alargar no terreno, e ai o F.C. Porto possue as armas que todos sabem, mestria e frieza quanto baste para colocar os espanhois em sentido.
O Corunha sabe que um único golo basta para seguir em frente, mas tem em mente que um golo portista vale a dobrar, quase ouro e que o F.C. Porto marcou sempre fora.
O Corunha pode efectuar a mesma estratégia e rezar por um golpe de génio, sorte ou algo mais, talvez deixar para os pénaltis, coisa que não estou a ver o F.C. Porto fazer de forma alguma, José Mourinho é ambicioso demais para ficar sentado à espera de um milagre, com José Mourinho é olhos nos olhos.
Amigos, estamos no intervalo, nada mais. Venha a segunda parte, venha lá esse jogo, que mais do que nós, são os jogadores que o querem o quanto antes.