A EUROPA AOS NOSSOS PÉS! F.C. PORTO CAMPEÃO EUROPEU 2003/2004

domingo, agosto 29, 2004

Adeus Supertaça Europeia

Pela segunda vez consecutiva, o F.C. Porto pecou pela falta de oportunidades de golo e por uma reacção tardia. Deu para ver com facilidade que o meio campo quase não existiu, situação que já se tinha verificado no jogo na Supertaça Nacional, o Hugo Leal anda constantemente perdido, obrigando o Maniche a trabalho suplementar, este que denota ainda falta de preparação adequada aos grandes jogos, mas vai lá. Não ententi o alinhamento defensivo, estava à espera que Pedro Emanuel após a brilhante exibição na Supertaça tivesse lugar no eixo da defesa, já para não falar na sua experiência internacional ao contrário de Pepe.
Agora à que recuperar jogadores, defenir métodos e atacar a Superliga de forma convincente, espero.

F.C. Porto no grupo H da Champions League

O F.C. Porto, como cabeça-de-série do Grupo H, ficou ontem a conhecer os seus adversários na edição 2004/05 da Champions League. Chelsea, Paris Saint Germain e CSKA de Moscovo são os adversários da formação azul e branca nesta primeira fase da mais importante prova da UEFA, da qual os Dragões detêm o ceptro.

Chelsea FC
Treinado por José Mourinho, o Chelsea apresenta este ano uma equipa renovada, que conta com valores como Ricardo Carvalho, Paulo Ferreira, Drogba, Makelele, Kezman e Frank Lampard. No palmarés do vice-campeão inglês destaca-se a conquista de uma Supertaça Europeia (1998) e de duas Taças das Taças (1971, 1998).
Fundação: 1905
Estádio: Stamford Bridge (42.499 lugares)
Presidente: Roman Abramovich
Treinador: José Mourinho
Palmarés: 1 Supertaça Europeia (1998), 2 Taças das Taças (1971, 1998), 3 Taças de Inglaterra (1970, 1997, 2000), 2 Taças da Liga (1955, 1998) e 2 Charity Shield (1955, 2000)

Plantel
Guarda-redes
Yves Makaba Makalamby, Petr Cech, Carlo Cudicini, Lenny Pidgeley
Defesas
Glen Johnson, Celestine Babayaro, Ricardo Carvalho, William Gallas, Wayne Bridge, Paulo Ferreira, John Terry, Robert Huth
Médios
Filipe Oliveira, Claude Makelele, Alexei Smertin, Frank Lampard, Joe Cole, Damien Duff, Geremi, Arjen Robben, Scott Parker, Tiago Mendes
Avançados
Mateja Kezman, Didier Drogba, Eidur Gudjohnsen

Paris Saint Germain
O Paris Saint Germain, que em 1996 venceu a Taça das Taças, procura regressar às grandes vitórias europeias. Para isso, para além de contar com o português Pauleta, Rothen, Yepes e Cissé foram contratados para oferecer ao onze Halilhodzic maior consistência e soluções, para enfrentar uma temporada sempre exigente. A formação parisiense já conquistou o campeonato por três vezes, sendo que o último “Championnat” que venceram foi na época 1993/94, sob a orientação de Artur Jorge.
Fundação: 1970
Estádio: Parque dos PríncipesPresidente: Alain Cayzac
Treinador: Vahid Halilhodzic
Palmarés: 3 Campeonatos de França (1971, 1986, 1994), 6 Taças de França (1982, 1983, 1993, 1995, 1998, 2004), 2 Taças da Liga (1995, 1998) e uma Taça das Taças (1996).

Plantel
Guarda-RedesLetizi, Alonzo, Benhamou
Defesas
Pichot, Bernard Mendy, Mario Yepes, Ateba Bilayi, Hélder, Sylvain Armand, Pierre-Fanfan, Badiane
Médios

Boskovic, Fabrice Fiorese, Benachour, Lorik Cana, Edouard, Cissé 23, Modeste M’Bami, Jérôme Rothen
Avançados

Reinaldo, Pauleta, Ogbeche, Ibisevic, Ljuboja

CSKA Moscovo
A formação dirigida por Valeri Gazzaev e que ainda esta época este sob a orientação do português Artur Jorge, eliminou o Glasgow Rangers para conseguir estar presente na presente edição da Champions League. O objectivo do campeão russo para esta época é claro, recuperar algum prestígio perdido pelo futebol daquele país a nível europeu. No CSKA alinham jogadores como Gusev, ou o checo Jarosik que oferecem qualidade ao meio-campo desta formação. Na frente de ataque o croata Olic, avançado muito possante, e o brasileiro Wagner Love são as principais referências. Esta equipa venceu na temporada passada pela primeira vez o Campeonato Russo, após ter arrecado sete títulos no Campeonato da ex-URSS entre 1946 e 1991.
Fundação: 1911
Estádio: CSKA (10.500 lugares)Presidente: Yevgeni Giner
Treinador: Valeri Gazzaev
Palmarés: 1 Campeonato da Rússia (2003), 7 Campeonatos da URSS (1946, 1947, 1948, 1950, 1951, 1970, 1991), 1 Taça da Rússia (2002) e 5 Taças da URSS (1945, 1948, 1951, 1955, 1991).

Plantel
Guarda Redes
Akinfeev, Mandrykin
Defesas
Berezutsky, Berezoutsky, Gorelov, Grichenkov, Denisov, Ignashevich, Klimov, Malyukov, Odiah, Semberas, Shershun
Médios
Aldonin, Gusev, Zhirkov, Karvalju, Kochubey, Krasich, Laizans, Nahushev, Nikolaev, Pravosud, Rahimic, Semak, Stepanets, Ferreira, Janbaev, Jarosik
Avançados
Wagner, Geinrih, Dadu, Kirichenko, Mazalov, Olic

sexta-feira, agosto 27, 2004

Melhor jogador 2003/2004 da Europa



"Este prémio devo-o ao F.C. Porto"
Deco

quinta-feira, agosto 26, 2004

DragãoNET


O F.C. Porto lançou para a época 2004/2005 um conceito inovador para comercializar os lugares anuais do Estádio do Dragão criando o DragãoNET. O DragãoNET vai permitir aos adeptos do F.C. Porto que não são sócios do clube assistir a todos os Jogos da equipa do F.C. Porto na Superliga e na 1ª fase da UEFA Champions League, participando no espectáculo desportivo que certamente irá ter lugar no Estádio do Dragão.

O DragãoNET é um lugar anual marcado, para adeptos não sócios do FCPorto. Na época 2004/2005 estes lugares são na Bancada C - sector 13 Nascente Sul. Dá acesso a todos os jogos da Superliga Galpenergia e aos jogos da primeira fase da UEFA Champions League. Terá sempre o seu lugar disponível para estes jogos, evitando filas para comprar bilhete. É um lugar transmissível. Pode ser utilizado por qualquer pessoa na posse do cartão DragãoNET, ao contrário do Lugar Anual para sócios. Se por acaso não puder ir a um dos Jogos, pode oferecer o seu lugar a um familiar ou um amigo.

Vantagens do DragãoNET
-É um lugar anual marcado que dá acesso à Superliga e UEFA CL;
-É destinado apenas a adeptos que não são sócios do FCP;
-É um lugar transmissível. Pode oferecer a um amigo, pode convidar quem quiser para ir a um Jogo quando não puder estar presente.
-Pode ser adquirido com o máximo conforto e segurança aqui, no site oficial do clube o ligando para a Linha Azul Online 707 200 384
-Tem uma oferta de um cachecol oficial do clube!!

terça-feira, agosto 24, 2004

Victor Fernandez ao Jornal AS

Lo suyo ha sido llegar a Oporto y besar el santo...
Ha sido la mejor manera de comenzar una aventura que me plantea grandes retos y exigencias.Mi suerte es que el Oporto es un club con una filosofía definida desde hace tiempo, que no es otra que ganar, ganar y ganar. Por eso ha sumado tantos títulos en los últimos años. Por si fuera poco, el primer éxito ha llegado ante el Benfica, el más directo rival del Oporto.


AS - Por las imágenes de júbilo al acabar el partido, diríase que el Oporto había ganado de nuevo la Champions League...?
A mí también me sorprendió un poco esa enorme explosión de júbilo entre aficionados, jugadores y directivos. Pero hay que entenderlo: el Benfica había preparado a conciencia este partido y nosotros nos encontramos en pleno periodo de transición tras la salida del equipo de jugadores
emblemáticos. Con relación al equipo titular de la pasada temporada a éste que ha ganado la Supercopa, sólo quedaban cuatro: Vitor Baia, Costinha, Nuno Valente y McCarthy.

AS - Usted tiene que empezar casi de cero...
Así es. Y el problema es que en el fútbol no hay tiempo. Por eso ha sido tan importante ganar un título a las primeras de cambio. Ahora el objetivo es ganar el segundo, el próximo viernes, frente al Valencia.

AS - Cree que será un partido más complicado que la Supercopa portuguesa?
Sin duda, porque el Valencia es un equipo más fuerte que el Benfica. Conserva los fundamentos de las temporadas anteriores: es un bloque sólido, con una tremenda potencia física, con una magnífica organización defensiva y con una presión asfixiante en el centro del campo que no te
dejar jugar.

AS - Lo que son las cosas: tras salir del Betis, tenía previsto tomarse un año sabático y, de golpe, se encuentra entrenando al vigente campeón de Europa?
Pero en seguida me he hecho a la idea de que lo del año sabático no va a ser posible. En ese sentido, he tenido una gran ventaja: la extraordinaria organización del Oporto, que es un club muy profesional. Mi integración y la de mis colaboradores ha sido fácil gracias a ello. Aquí están pendientes hasta del más mínimo detalle, así que sólo he tenido que centrarme en preparar al equipo.

AS - Al margen de esa extraordinaria organización, qué ha sido lo que más le
ha sorprendido del Oporto?
La mentalidad ganadora y el carácter extremadamente competitivo de todos sus jugadores. El Oporto tiene una cultura deportiva muy especial. Ese espíritu ganador se transmite de unos jugadores a otros. Por ello, aunque se hayan ido varios titulares, los que se han quedado ya han
contagiado ese espíritu a los que han llegado. También me ha sorprendido la tremenda intensidad con la que se emplean en los entrenamientos. No es fácil encontrarse con gente tan predispuesta a trabajar duro todos los días, desde el primer minuto hasta el último de cada sesión.

AS - En eso se nota la mano de Jose Mourinnho? no cree?
No sólo la mano de Mourinho, sino la del propio presidente, Jorge Nuno Pinto da Costa. Su influencia en el equipo es incuestionable, porque desde hace años ha marcado unas líneas de comportamiento y de disciplina en los futbolistas que se traducen en el rendimiento sobre el campo. No es casualidad que el Oporto haya ganado tantos títulos ni que la masiva salida de titulares se asimile de manera tan poco traumática.

AS - Deco, Carvalho, Ferreira, Mendes, Aleinichev...Seguro que no se notara?
Son jugadores muy importantes, pero se ha hecho un gran esfuerzo para traer gente joven para garantizar el futuro. Pepe es un central rápido y agresivo; Diego tiene mucha calidad y Seitaridis ha sido uno de los mejores defensas de la Eurocopa. Además, la apuesta ha sido recuperar
jugadores que no han podido triunfar en el extranjero, para que recuperen aquí su nivel más alto. Me refiero a Quaresma, a Postiga y a Hugo Leal, cuyo talento está fuera de toda duda.

AS - No teme que le exijan demasiado? No olvidemos que estamos hablando del campeón de Europa?
No, porque desde el primer momento se ha hecho una priorización de objetivos y lo más importante es ganar la Liga. Nadie me va a exigir ganar la Champions. Pinto da Costa es un dirigente consecuente y sabe que volver a ganar la Champions va a ser casi imposible. El Madrid tardó más de treinta años en ganar otra Copa de Europa, son palabras que repite con frecuencia.

AS - Muchos creen que salir de España para entrenar en Portugal es un paso atrás?
Yo no lo veo así. Lo veo como una experiencia muy enriquecedora, que debe suponer un paso adelante en mi carrera.

domingo, agosto 22, 2004

Um incentivo para conquistar mais títulos.

Vítor Baía recebeu a Supertaça e, como uma mola, saltou do palanque com o troféu e fez uma série de fintas, fugindo a todos o seus companheiros. A alegria espelhada no rosto do guarda-redes do FC Porto, a forma exuberante como saltou e a pequena partida pregada a dirigentes e colegas não espantaram ninguém. O número 99 comemora cada título como se fosse o primeiro e, anteontem, tinha uma motivação extra: ser o futebolista com mais títulos conquistados no mundo.
OJogo - Que significado tem ser o futebolista que mais títulos conquistou em todo o Mundo?
Baía - É um orgulho imenso, tendo em conta que é fruto de uma carreira feita à base de muita dedicação, muito sacrifício e muito trabalho. Perpetuar o meu nome por um dia ou por um ano não é importante. É, apenas, um incentivo para atingir mais títulos colectivos.
OJogo - A forma como comemorou a conquista da Supertaça Cândido Oliveira foi mais exuberante por ter sido a que o tornou no futebolista com mais títulos do Mundo?
Baía - Festejo qualquer vitória do FC Porto sempre de uma forma exuberante. Não meço os títulos por categorias e não havia qualquer motivo para que não manifestasse a minha alegria após termos vencido mais uma Supertaça. Isso é o barómetro daquilo que penso e sinto. É a minha maneira de ser, em que evidencio o gosto por ganhar e a disponibilidade que tenho para voar mais alto.
OJogo - Como se motiva para continuar a "correr" como faz diariamente?
Baía - O que faz correr? O gosto pelo futebol, o prazer, a ambição e a vontade de ganhar. São estes os motivos que me fazem aspirar chegar mais alto, que fazem com que continue a trabalhar com o mesmo entusiasmo de sempre.
OJogo - Para que o seu currículo fique completo falta-lhe a Supertaça Europeia e a Taça Intercontinental. Na próxima semana essa lacuna ficará limitada à Taça Intercontinental?
Baía - Vencer a Supertaça Europeia é um dos meus objectivos, mas sinceramente não estou, e de certeza que nunca irei estar, preocupado com metas pessoais ou em as colocar acima de qualquer outra coisa. Quero ajudar o FC Porto a conquistar títulos. Obviamente, que ao fazê-lo irei aumentar o meu currículo em termos de troféus conquistados. Mas, mais importante que o aspecto pessoal é o colectivo.
OJogo - Ao serviço do FC Porto e do Barcelona conquistou 26 títulos. Dedica-os a alguém em especial?
Baía - Dedico-os à minha mulher, aos meus filhos, aos meus pais, aos meus tios, aos meus primos e aos meus amigos, aqueles de todas as horas, que sendo poucos são bons, e naturalmente a todos os portistas.

sábado, agosto 21, 2004

Baía no topo do mundo.


Ao conquistar ontem a 14ª Supertaça pelo F.C. Porto, Vítor Baía tornou-se no jogador de futebol com maior palmarés no mundo, 26 troféus conquistados.

1 Champions League (03/04);
1 Taça UEFA (02/03);
1 Taça das Taças (96/97);
8 vezes campeão de Portugal (89/90, 91/92, 92/93, 95/96, 98/99, 02/03, 03/04);
5 Taças de Portugal (90/91, 93/94, 99/00, 00/01, 02/03);
8 Supertaças de Portugal (90/91, 91/92, 93/94, 94/95, 98/99, 00/01, 02/03, 03/04);
1 vez campeão de Espanha (97/98);
2 Taças de Espanha (96/97, 97/98).

Jogo nº1, vitória nº1.

Primeiro jogo, primeira vitória, 14ª supertaça conquistada.
As palavras de Victor Fernadez no final do encontro; "Esta equipa tem uma mentalidade e um carácter competitivo acima do normal.", espelha em poucas palavras tudo aqui que se passou ontem à noite em Coimbra. O F.C. Porto, que se encontrava bastante limitado para este encontro, devido a lesões, castigos e com alguns jogadores a efectuarem um jogo a menos de 48 horas e com as respectivas deslocações. Como se já não fosse pouco, o F.C. Porto, ainda se viu forçado a efectuar uma alteração por lesão de Diego, que estava a actuar bastante bem tendo em conta o pouco tempo de adaptação aos colegas, clube e ao país. Mas como diz Victor Fernandez, a mentalidade e o carácter desta equipa, de todo este clube, foi determinante no desenrolar do encontro. Foi com sacrifício sim senhora, mas foi também com justiça e uma grande humildade que foi conquistada mais este troféu. Parabéns F.C. Porto.

sexta-feira, agosto 20, 2004

A SuperTaça e as duas bolas

Estamos perante a primeira prova oficial da nova temporada, 2004/2005. E nada melhor e normal, que logo no primeiro jogo oficial manter a normalidade da realidade do futebol português, quer dizer, da organização do futebol português. Mas desta feita temos que nos dar por muito contentes, pois encontram sempre novas formas de demonstrar a falta de competência. Ora, para ser bastante diferente dos outros, toca lá a jogar com duas bolas, toca a lançar a moeda ao ar para ver qual a bola que sai primeiro, ou seja, vamos ter um Adidas vs Nike e não F.C. Porto vs S.L.Benfica. Bem que podiam ter aproveitado para nomear dois arbitros principais, mas talvez fique para a próxima...
Quanto ao jogo propriamente dito, penso que será uma partida de fraca qualidade, com muitas picardias, mas que irá passar ao lado, pois as atenções vão todas direitinhas para as "bolas". Sinceramente, gostava que fosse a pénaltis, para ver como vai ser feita a divisão das bolas, e qual delas vai ganhar!

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